🧠 Tempo para escrever: 6 meses criando a empresa
📖 Tempo de leitura: 8 minutos
✍️ Na última edição: Tranque a porta: o guia de segurança para o marketeiro que virou vibecoder

Você vai ler

Eu tenho dedicado os últimos meses a transformar uma ideia em negócio.

Eu to muito feliz por escrever essa edição, pois por meio da Growth Insight eu não compartilho apenas as minhas ideias, eu também compartilho uma parte da minha história. Foi aqui que:

— Falamos sobre os bastidores da news;
— Contei o que fizemos para a Swile atingir um milhão de usuários;
— E vocês souberam antes de todo mundo que eu estava saindo de lá;
— Contei sobre como estava montando meu time novo na STLFLIX;
— Sobre meu complicado pedido de demissão menos de um ano depois;
— E sobre meus primeiros passos migrando de executivo para consultor.

E não poderia ser diferente, nós escrevemos sobre o que fazemos. É o nosso dia a dia - com nossas conquistas e frustrações - que vira newsletter na quinta-feira.

Tenho certeza que fundar uma empresa vai servir de combustível para muitas edições (pra ser sincero, as edições O dilema que virou trilema (marketing e IA) e Agentes de IA são como sexo de adolescente já bebem desse lugar), mas dessa vez quero começar de um jeito diferente:

❝

Não vou compartilhar a história.
Te convido para construir a empresa comigo, por dentro.

Eu mesmo

NÃO COMPARTILHE! Exclusivo para leitores

Decidi fazer o pré-lançamento exclusivamente para leitores e leitoras da Growth Insight, como um benefício para todos que nos acompanham, mas também porque de certa forma já nos conectamos e podemos construir numa relação de confiança.

Montamos um programa de design partners onde oferecemos acesso antecipado, influência máxima e R$ 76.000 em contrapartidas para cada leitor que aceitar o convite. (se todos os assinantes toparem, serão mais de R$ 470 milhões em contrapartidas)

Ontem, durante a mentoria em grupo, antecipei a novidade para os assinantes premium e hoje essa edição chega para nossos mais de 6.000 leitores.

O problema

A minha consultoria, a Meyvn, é focada em marketing e sequer tínhamos um serviço relacionado à IA, mas o tema não parava de aparecer nas conversas com prospects e clientes.

De um lado estava o dono/CEO/diretor (que é com quem eu falo na consultoria) expressando suas preocupações relacionadas à IA, coisas como “sei do potencial da IA no marketing, mas não sei nem o que cobrar do time”.

E do outro está o marketing, uma das áreas onde a IA vai gerar a maior transformação (perdendo só pro time de desenvolvimento) e alta adoção de GenAI, mas que ainda está com dificuldades para extrair esse potencial.

A gente resumiu tudo em 3 barreiras:

#1 Sem tempo para aprender sobre IA:

→ 46% consideram falta de conhecimento sobre o tema a principal barreira (RD Station)
→ 73% dizem utilizar IA apenas de forma básica (RD Station)

Aprender sobre inteligência artificial virou um novo emprego.

O idioma falado em IA é diferente do idioma do marketing, você começa a entender o verbo to be, mas a aula já passou para past participle. E como o tema evolui muito mais rápido do que qualquer outro assunto no planeta, você sempre está 2-3 aulas atrás e esse gap é impossível de cobrir, pelo contrário, só aumenta.

E no meio de tudo isso, seus projetos e metas devem ser entregues. Seu chefe exige que você use IA, mas não tá disposto a liberar 3 ou 4 horas da sua semana para você aprender.

#2 Não saber onde aplicar IA na rotina:

→ 28% citam falta de casos de uso claro como principal desafio (DataCamp)
→ 75% das empresas adotaram IA e 84% admitem rodar campanha genérica (Salesforce)

O segundo desafio é conectar marketing com IA, enxergar que uma determinada tarefa pode ser suportada ou mesmo realizada por meio da inteligência artificial.

As discussões em eventos/congressos parecem bastante profundas. Ouvimos sobre os desafios de infraestrutura e precisamos juntar data lake, RAG e harness numa única frase.

Esse discurso é verdadeiro (e muito sexy), mas tem paralisado muitos times que já poderiam usar dezenas de soluções de IA no dia a dia, mas não o fazem por causa de alguma barreira (real, mas distante) que os impede de ser “AI-Native”.

Foi entender isso que me fez criar essa empresa.
Vou criar um negócio que não é nada sexy, mas é extremamente útil.

#3 Não saber criar soluções com IA

→ 63% dizem que a principal preocupação são resultados genéricos (RD Station)
→ 3% usam agentes de IA de forma extensiva (Deloitte)

Por fim, mesmo que o profissional identifique as oportunidades no seu dia-a-dia, seu time ou na empresa, criar uma solução que realmente funciona é a barreira mais difícil de superar.

O tempo (já escasso) para criar e testar algo é alto, a conta de tokens para desenvolvimento e experimentação não para de subir, e depois vem todo o trabalho de atualização e manutenção de uma “caixa preta” que o próprio criador não tem certeza de como funciona.

Um cenário que aumenta muito o tempo para se criar soluções úteis, sem reduzir o risco de falhas e vulnerabilidades.

Vale da Adoção de IA

O negócio

Primeiro validamos esse diagnóstico dentro da consultoria, criando um serviço onde desenvolvemos soluções de IA para times de marketing. Depois expandimos essa validação em um grande processo de discovery que contou com dezenas de entrevistas.

E com essa experiência decidimos criar uma plataforma para acelerar a adoção de IA no marketing, a magent (marketing agent): uma plataforma de soluções de IA personalizáveis para times de marketing.

Estamos criando a empresa a partir de três premissas obrigatórias:

#1 Todas as soluções devem ser personalizáveis: agentes prontos que prometem ser plug-and-play podem até funcionar, mas não foram criados para trabalhar dentro da sua empresa, estimulando outputs genéricos e AI Slop. Na magent, cada agente é contextualizado com informações da sua empresa, por meio de um setup guiado pela própria IA.

#2 Deve resolver as 3 barreiras do marketing (aprender, aplicar, criar): por isso estamos construindo a plataforma sobre dois pilares.

— O pilar de soluções: vamos desenvolver uma nova solução por semana para atender aos mais diversos casos de uso do marketing

— O pilar de educação: com mentorias coletivas, formações e eventos para assinantes para você se livrar do ruído de aprender sobre IA de verdade.

#3 O produto deve ser uma barganha: essa parte ainda não resolvemos, mas prometemos que a plataforma irá custar menos do que contratar um analista júnior e terá acesso ilimitado, sem cobrança por licenças.

Magent vem para pavimentar o vale da adoção

O convite

Decidimos fazer o pré-lançamento da magent por meio de um programa de Design Partners: um grupo selecionado de empresas que define com a gente como o produto deve ser construído.

Decidimos seguir por esse caminho por três motivos:

#1 Para construir o melhor produto: os membros do programa não são beta-testers em busca de bugs, você define o roadmap do produto e nós aprendemos o que um usuário de verdade precisa.

#2 Para validar no mundo real: nesse formato você recebe soluções prontas, nada de MVP, e nós melhoramos o produto a partir de feedbacks e contextos reais.

#3 Para reduzir o risco de todo mundo: além das contrapartidas, ao final do programa você recebe 100% do investimento de volta em cashback e nós lançamos uma solução validada por empresas reais.

Tudo que um Design Partner precisa fazer é dizer o que devemos construir, compartilhar feedbacks sobre as soluções e dedicar 30 minutos por mês para falar com a gente.

Em troca desse feedback contínuo e um investimento simbólico, os leitores que se tornarem parceiros terão influência, acesso antecipado e garantia de condições comerciais exclusivas.

Estamos falando de dezenas de soluções de IA funcionais, treinamentos, desconto vitalício e cashback, tudo isso somando R$ 76.000 em contrapartidas, mais de 4x o valor do programa.

Topa construir a magent comigo?
Clique no botão abaixo e veja os detalhes na página exclusiva para leitores da Growth Insight

Qual a nota dessa edição?

(pessoas educadas respondem)